Em um mundo onde fronteiras se tornam cada vez mais simbólicas, Alessandra Crisanto é a prova de que o conhecimento continua sendo o passaporte mais poderoso que alguém pode ter. Advogada, conselheira estratégica e especialista em mobilidade global, ela construiu uma carreira que conecta educação, legalidade e propósito, abrindo caminhos para milhares de brasileiros transformarem talento em carreira internacional.
À frente da Study & Work USA e da PassportPRO, Alessandra criou um modelo inédito de internacionalização com trabalho legalizado desde o primeiro dia, impactando mais de cinco mil estudantes e profissionais ao redor do mundo. Sua trajetória, reconhecida com o prêmio Best Education and Global Mobility Service in the USA 2025, é marcada por visão, coragem e uma rara combinação de técnica e sensibilidade.
Nesta entrevista exclusiva à Amora Conecta, ela fala sobre futuro, liderança feminina global e o novo valor do conhecimento, um ativo que, nas mãos certas, se transforma em liberdade e legado.


Alessandra, sua carreira atravessa continentes, idiomas e setores. Quando você olha para trás, qual foi o ponto de virada que te fez compreender que educação e mobilidade global seriam sua missão?
- A virada aconteceu quando percebi que o talento brasileiro não falta, o que falta é estrutura, visibilidade e segurança jurídica para que esse talento floresça fora do país. A educação sempre foi meu passaporte, literalmente. E transformar isso em um modelo replicável, que conecta estudo, trabalho e propósito, foi o que deu sentido à minha trajetória.
Você fala muito sobre “carreira global legalizada”. Esse termo tem sido quase uma bandeira sua. Pode explicar o que ele realmente significa e o que muda na vida de quem entende isso?
- Significa romper o ciclo da informalidade. Durante anos, muitos brasileiros buscaram viver o sonho americano sem entender as regras do jogo. A carreira global legalizada é o oposto disso: é ter autorização de trabalho, formação reconhecida e clareza de propósito. É sair da tentativa e erro e entrar em um caminho sustentável, com base jurídica, planejamento e valorização profissional.
Você costuma dizer que educação é o novo investimento de longo prazo. Como essa visão conversa com o cenário atual de dólar alto e desafios econômicos no Brasil?
- O investimento em educação internacional é, na prática, um movimento de diversificação de patrimônio. Quando você estuda e trabalha legalmente nos Estados Unidos, está convertendo conhecimento em capital humano de alta rentabilidade. O retorno não é só financeiro. É cultural, estratégico e de posicionamento. E isso, em tempos de instabilidade, é um ativo inestimável.
Falando em estratégia, você hoje é Board Member, CEO, palestrante internacional e ainda lidera a Study & Work USA e a PassportPRO. O que te move a estar em tantas frentes ao mesmo tempo?
- O propósito de criar pontes. Tudo o que faço, seja em conselhos, empresas ou palestras, tem um eixo central: facilitar o acesso a oportunidades globais. É sobre inspirar outros a fazerem o mesmo, mas com estrutura, ética e consciência.
Sua trajetória envolve não só negócios, mas também diplomacia cultural e posicionamento estratégico em ambientes de liderança global. Como você enxerga o papel da mulher nesse espaço ainda tão masculino dos boards internacionais?
- A mulher traz sensibilidade estratégica, que é diferente de emoção. É uma visão ampla, integradora, que equilibra performance e propósito. Quando uma mulher ocupa um conselho, ela leva com ela uma leitura de mundo mais completa, e isso é o que o mercado global está aprendendo a valorizar. Não é sobre competir, é sobre complementar e ampliar as perspectivas.
Você foi reconhecida com o prêmio “Best Education and Global Mobility Service in the USA 2025”. O que esse reconhecimento representa no contexto da sua jornada?
- Representa consistência. Foram anos estruturando algo que não existia: um modelo de internacionalização com trabalho legal desde o primeiro dia. Receber esse reconhecimento nos EUA é a prova de que é possível fazer diferente, com seriedade e impacto real na vida das pessoas.
Para quem sonha em viver, estudar ou empreender nos Estados Unidos, por onde começar?
- Comece pelo planejamento, não pelo impulso. É fundamental entender que cada caso é único, não existe fórmula universal. A primeira etapa é sempre a educação: ela abre as portas legais, conecta com o mercado e posiciona o profissional de forma legítima. O segundo passo é se cercar de orientação qualificada. Sonhar é importante, mas estruturar o sonho é o que o torna real.
E olhando para o futuro: qual legado você ainda quer construir?
- Quero ver o Brasil exportando mais do que talento, exportando referências. Meu propósito é que cada estudante, profissional e empreendedor que atendo se torne um multiplicador desse movimento: o de transformar conhecimento em liberdade.
“A verdadeira mobilidade global não é mudar de país é mudar de mentalidade.”
— Alessandra Crisanto
Alessandra Crisanto
Founder
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